♡ Fatos Sobre Mim - Liebster Award ♡

 

Olá babies! Devo admitir, eu já fui indicada algumas vezes à tags, mas eu nunca as repassei. Fico muito lisonjeada em saber que eu fui indicada pelas meninas do blog Snack Cheese - sim, a sumidona aqui foi lembrada! uahau. Pois bem, como eu sou muito radical, eu não vou usar o selinho e também não vou indicar os blogs para repassarem - até porque eu nem encontraria em tal quantidade os blogs ativos. Mas prometi às blogueiras que responderia onze fatos sobre mim e as perguntas que elas criaram, então cá estamos - essa tag é famosinha hein gente

 

1. Sou extremamente imaginativa, à ponto de me perder em meus pensamentos por alguns instantes. As vezes isso é tão intenso que eu sinto arrepios ou outras sensações fisiológicas.

2. A música indie é a melhor coisa do mundo! Me consegue transmitir uma vibe muito boa. Meus artistas preferidos são Lana Del Rey e The Neighbourhood.

3. Sou apaixonada por música clássica e balé, principalmente os de Tchaikovsky.

4. Minha cor preferida é vermelho, mas eu também adoro preto, rosa bebê e azul bebê.

5. Amo rever filmes nostálgicos, como os da Barbie. Eu sou grande fã de seus filmes, e possuo uma coleção com a maioria deles. Acredite, fazer uma maratona está entre meus passatempos preferidos.

6. Tenho grande apreciação pela cultura vintage.

7. Eu posso ser considerada muito afetiva, e me apego bem rápido às pessoas, principalmente aos rapazes. Isso geralmente me causa sofrimento quando as coisas não vão bem.

8. De certa forma, a tristeza me cativa no olhar de uma pessoa, nos poemas e nas músicas. Tenho preferência por textos e músicas melancólicas.

9. Eu adoro observar as estrelas. Já encontrei a constelação de Órion.

10. A coroa de flores é pra mim um acessório completamente fascinante. Eu o vejo como um símbolo de pureza, nobreza e simplicidade.

11. Eu sei tocar violão há oito anos.


Onze perguntas da Yuka e da Isa

1. Pipoca ou batata frita?
Pipocas me enjoam com facilidade, eu prefiro batata, claro.

2. Qual sua fruta favorita?
Morangooo.

3. Festa junina, natal, ano novo ou páscoa?
Natal. A época me traz uma felicidade imensa, não há comemoração igual.

4. O que você gostaria de comer nesse exato momento?
Gente, to sem fome, sorry.

5. Diga algo que você admira em si.
Criatividade.

6. Que música definiria como você se sente nesse momento?
God Knows I Tried - Lana Del Rey.

7. Um lugar que você gostaria de viajar.
Qualquer lugar que tenha uma praia legal e de preferência vazia.

8. Frio ou calor?
O frio me deixa meio indisposta, eu prefiro o calor.

9. Um sonho esquisito.
Sonhei que chovia muito dentro de casa. Quando contei pro meu pai ele não acreditou e disse que isso era coisa da minha cabeça. Profundo, não? Freud explica.

10. Comida favorita.
Sorvete e cheesecake.

11. Milkshake ou açaí?
Gente, eu nunca provei açaí, mas amo milkshake, então...

♡ Nostalgia em Gifs da Barbie ♡


Olá babies! Surpreendo a mim mesma aparecendo aqui novamente tão depressa, espero mesmo não fazer minhas publicações durarem meses - como da outra vez - Mas é realmente difícil conciliar o tempo. Pior é que agora minhas férias praticamente já acabaram. É claro que ainda tenho um tempo à reservar pela Barbie <3 Não consigo assistir os filmes com a mesma frequência de antes, mas eu continuo gostando deles como sempre foi. Tenho tentado livrar minha cabeça das confusões que citei anteriormente. A distração ajuda a cobrir o sentimento ruim por um tempo. Além disso, essas histórias me trazem boas lembranças da infância.

Quanto à minha vida pessoal, bom, eu tenho conhecido outro garoto. Se Deus quiser, dará certo. Ele é muito gentil e bem bonitinho também, mas eu sinto receio o tempo todo. Receio de sofrer de novo, até porque ele se demonstra ser meio temperamental. Posso ir atualizando vocês conforme as coisas vão se concretizando - ou não.





 
















♡ Coração de Pedra ♡

 

Olá honeys! Perdoem-me novamente. Eu fiquei uns quantos meses sem publicar nada, e percebi que meu último texto tinha sido publicado quando as coisas ainda estavam bem. Eu sentia ambivalência, porém, estava tudo bem. Eu devo longas respostas à vocês, se se importam, é realmente gratificante pra mim poder contar com vocês.
Bom, eu tive um namorado. O meu primeiro namorado. Foi uma experiência maravilhosa tê-lo... Ele acabou me deixando, e eu gostava dele pra caralho. Posso dizer que tive meu domingo mais sombrio de todos. O que eu sentia era uma agonia enorme. Eu chorei tanto. Tanto. Tanto. Noite e dia, eu ainda choro se pensar nele.

Com o tempo, foi desgastante ao meu psiquismo suportar tanta tristeza - que não foram causados apenas por ele - E eu me vi em momentos meio insanos. Houve momentos que eu começava a rir enquanto chorava. E eu não conseguia entender o porquê, porque eu não estava feliz. Eu não via motivo algum para gargalhar, mas eu o fazia mesmo chorando e desesperada. Eu assustei a mim mesma com isso. Porém, prefiro acreditar que era apenas uma defesa psíquica.
Pois bem, o texto dessa vez fala um pouco sobre o que eu sentia. Essa bipolaridade toda em meio à lembranças boas dele, falta de motivação, solidão e sofrimento.

 

''Olhe para si, meu bem'', suplicava-lhe a alma, aquela essência enfraquecida que mal controlava a carne. Pele pálida sob a luz do luar, corpo repousado sobre cabelos ondulados castanhos. Sobrancelhas arqueadas, pálpebras relaxadas alongadas pelo preto como asas, lábios rubros como o sangue. Olhar neutro e belo encontrava-se paralisado perdendo-se em meio à pensamentos que lhe açoitavam.

O longo suspiro, parecia a voz da morte chamando-lhe, tão sombria e incômoda, entoava-lhe nos pulmões como se o corpo estivesse submerso. O grito mudo faz o corpo contorcer-se. Lá no fundo, um resquício, como um manto cobrindo um rosto pávido. Quer apagar a chama acesa, aquela que mal lhe aquece, aquela que arde por simplesmente existir.

Toque firme e aveludado sobre o tecido que lhe cobria os seios. Os movimento dos dedos ondulava sobre a pele fina das costelas. Doce alma. Doce alma que procura amparo. Jamais pode ser compreendida por ser peculiar. No impasse dessa pureza as pessoas não ousam tocar.

''Lembra-se de como eram aquelas noites de inverno?''. Oh, a mente sempre retorna aos velhos maus hábitos. O repousar sobre o banco do carro, o toque que irradiava a pele, o beijo tórrido, que corriam como a melodia perfeita de uma música, o decorrer das notas, a mesma excitação, doçura e conforto. A sensação de ser amada por alguém. Era como parar no tempo, era como viajar à lua e voltar, ver estrelas, delirar-se à aquela extraordinária sensação do corpo. O reclinar da cabeça, o sorriso bobo, o olhar sublime.

Os olhos percorrem o quarto escuro. Piscam. Está tentando ignorar essa força interna. Lábios contraem-se, os olhos apertam-se, covas são formadas próximas à clavícula. A saliva pesada escorre pela garganta. A voz ecoa em um choro desesperado. ''Por favor volte para a noite em que nos conhecemos''. De nada adianta suplicar. Ele se foi.
''Por que nunca será compreendida, meu bem?'' ''Por que sofre tanto quem só quer amar?''
Corpo, corpo, corpo... Belo corpo. Esconde um coração de pedra.

 

- a paixão é morfina psicológica -

 

♡ Textinho: Inocência Perdida ♡

 

Olá amores! Perdoem-me pela ausência. Eu já devo ter mencionado que estou cursando Psicologia, e o final de semestre é sempre uma loucura - o que me apavora é lembrar que tudo vai ficar mais tenso depois. Mas francamente, eu posso dizer que minha vida tomou um rumo inesperado nesse tempo. Muita coisa aconteceu e algumas coisas se tornaram melhores, outras, piores. Tenho observado metodicamente tudo o que me cerca. Minha essência continua tendo intensos anseios. Na melhor das hipóteses, é melhor revirar os olhos e dizer: Ai, minha córnea. 

Meu bem, você vai sentir todo o impacto quando começar a ''viver de verdade''. Inocência perdida. Quando chegamos nessa fase, podemos perceber o quando este mundo pode ser sujo. E eu só consigo sentir nojo, mas muito nojo disso!
Pois bem, com a minha volta, eu pretendi trazer outro textinho, já que acho aconchegante procurar palavras e escrever metaforicamente sobre meus sentimentos. É exatamente assim que o fiz. A temática é uma mistura do que sinto - oh, e pretendo encaixar o trecho na minha fanfic. 

 

Corríamos à duas quadras e meia até que enfim paramos. Minhas pernas pesadas tremiam desajeitadas. Levei minhas mãos até os joelhos, apertando-os. Os olhos fechados levaram a cabeça para baixo, inclinando-a em seguida. Tons de desespero ainda soavam na minha mente, trazendo-me à memória os momentos antecedentes à fuga. A respiração rápida e curta sufocava-me. O ar frio daquela noite rasgava minha garganta. Arqueando levemente as sobrancelhas, busco acalmar-me, engolindo a saliva doce para diminuir aquela ardência. Concentro o olhar no sujeito à minha frente. Sim, era ele quem corria comigo. 

Imediatamente reparei seu fisiológico. Ele estava tão trêmulo quanto eu. Seu rosto sombreado pela luz da lua fez questionar-me sobre o que ele estava sentindo. Sua expressão não parecia tão apavorada, mas sim, uma mistura de adrenalina e sarcasmo. Seus olhos brilhavam como os de uma criança. O sorriso aberto deixava-lhe escapar sua respiração ofegante. Abaixo do nariz, um leve resquício de sangue. Ele esfregou o punho ali, sacudindo-o em seguida. Meu olhar seguiu os traços de suas mãos, os músculos rígidos avermelhados e as veias inchadas. 

Ele balançava as mãos freneticamente, tentando limpar o que sobrara da sujeira. Mas é impossível apagar as sequelas, ele sabia disso. Aquele esforço todo poderia ser em vão, mas o sarcasmo poderia aliviar o peso da consciência. E era o que o tornava completamente psicótico. Seus olhos encontraram os meus e ele continuou sorrindo, porém semicerrando os olhos, como se tentasse me interpretar. ''Ei'', eu ouvi ele soar.

A melodia de Swan Song invadia a minha mente. A batida insinuante, o violino, o soprano suave.
Eu voltava a sentir o corpo flácido quando recordava-me da dança, em que eu me debruçava sobre o seu corpo. Retirei a coroa de flores da minha cabeça, reparando na mais simples pureza das rosas. Segurei-as bem à frente, estendidas sobre as minhas palmas abertas. Meu olhar pesado desvairou-se para os seus profundos olhos insanos. ''Está tudo bem agora'', eu o ouvi mencionar mais calmamente. Meu olhar assustado parecia estar transmitindo algo à ele, como se implorasse pelo conforto de seus braços. 

Assustada, porém, salva. Eu estava ali graças à ele. Lancei-me em sua direção, agarrando-o e finalmente deixando as lágrimas saírem. Seu humor pareceu dissolver-se em pura empatia. Senti o calor da sua respiração no meu rosto. Ao olhá-lo nos olhos, arrepio-me com a sensação de estar segura, e baixinho eu sussurro: ''Me leve para casa''.


Se o texto ficou um pouco confuso, devo dizer, essa era a intenção, auehaue :3

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